quinta-feira, maio 05, 2016

Árvore Genealógica - Em busca das origens - Nomes e Sobrenomes Portugueses


Onomástica
substantivo feminino
1.relação, coleção, lista de nomes próprios.
2.ling estudo linguístico dos nomes próprios; onomástico, onomatologia [Compreende várias subdivisões, como a antroponímia, a astronímia, a mitonímia, a toponímia etc.].

Imagine que para falar com você em seu escritório as pessoas dissessem à sua secretária: "a mulher/o homem que tem cabelo curto, pesa tantos quilos, tem olhos pequenos, nariz adunco, pescoço curto e usa óculos, está?", e a secretária respondesse: "Você está falando da mulher/ do homem que tem cabelo curto preto brilhante, pesa tantos quilos, tem olhos pequenos meio arredondados, nariz adunco com um sinal na ponta, pescoço curto com duas dobrinhas, usa óculos redondos iguais aos daquele cantor ou está falando da mulher/do homem que...?". Além de demorar um século com os pormenores para descartar qualquer semelhança com outra pessoas, seria algo muito estranho, não é?  

Especialmente se lembrar daquela emoção que tomou você por inteiro quando chamaram seu nome na sua colação de grau ou uma premiação muito importante; ou quando o sacerdote/juiz de paz pediu que você repetisse o seu nome e fizesse seus votos de matrimônio para a pessoa amada; ou de como seu coração acelerou quando aquela pessoa especial falou seu nome para que todos ouvissem ou sussurrou-o em seus ouvidos; ou quando você, se sentindo só em algum lugar, ouviu uma voz conhecida lhe chamar.
Seu nome faz você se inserir no mundo, se diferenciar dos outros, interagir com a sociedade; transforma você em um individuo em meio à multidão de bilhões de outras pessoas, cria a sua identidade e faz com que você seja único e especial.

Por essa razão, os primeiros homens sentiram a necessidade de nomear os membros das suas famílias
e de suas tribos, de individualizar cada uma daquelas pessoas. Afinal, tão necessária quanto é para nós hoje, uma única palavra pela qual se pudesse identificar o sujeito era importante para que nossos ancestrais pudessem se referir a, interagir com, dissociar os membros do clã ou tribo uns dos outros.
Esses nomes, a princípio, eram palavras que representavam um momento marcante ou um feito, ou uma característica do indivíduo. Há na Santa Bíblia, por exemplo, dois episódios que ilustram bem isso: Moisés, "porque foi salvo das águas"; Jesus, "pois ele salvará o seu povo do seus pecados" (Yeoshua = Salvador).

Seu valor  na cultura humana é de uma relevância tão grande que os membros de algumas tribos indígenas americanas chegam a ter dois nomes próprios: um, com o qual ele é conhecido na tribo; e o outro que apenas é conhecido por sua mãe - pois caso algum mal espiritual lhe suceda, sua mãe poderá resgatá-lo no mundo etéreo sussurrando em seus ouvidos o nome que somente ela conhece. Os gregos, por sua vez, davam aos seus filhos nomes que os identificassem diante da sociedade até que eles os trocassem, depois de adultos, conforme algum feito heróico ou chamado espiritual. Tome-se por exemplo, a história de Héracles (Hércules), que se chamava Alcides (força física - lembrem-se que ele estrangulou duas serpentes enquanto ainda estava no berço) e que, devido ao vaticínio do oráculo de Delfos sobre as glórias que lhe adviriam depois dos 12 trabalhos impostos por Hera, tornou-se Héracles (Glória de Hera).

Ainda hoje, o costume de nomear os filhos por causas significativas ou traços físicos é mantido por povos aborígenes e/ou indígenas em todos os continentes.
Na sociedade de costumes modernos, no entanto, nomeia-se alguém por motivos diversos. Dá-se às crianças nomes que homenageiam ascendentes, heróis, ídolos; ou nomes que os tornem únicos no mundo. - Uma prima de minha mãe, por exemplo, chama-se Marb, sendo que cada uma dessas letras corresponde ao nome e sobrenome de sua avó paterna (Maria Antonieta Rodrigues Brandão), o que além de homenagear um ente querido, fez com que ela, sem sombra de dúvidas, saiba quando alguém quer lhe falar devido à singularidade do seu nome, afinal, quantas Marbs você conhece?
Outra forma de dar-se nomes às pessoas acontece por motivos de conversão à vida religiosa de vários credos, ou por carreira artística (Agenor de Miranda Araújo Neto - Cazuza) ou política (Luis Ignácio da Silva - Lula), e ainda por muitas outras razões, tal qual porque a pessoa não gosta do nome que os pais lhe deram ou porque acreditam que o apelido (alcunha, para os portugueses) que ganhou de amigos ou familiares e pelo qual é conhecido "pega melhor", etc.
Sendo como for, é o seu nome (dado ou escolhido) que o torna único no mundo mesmo que haja milhares de pessoas por aí que o compartilhem com você em formas e sons diferentes.

À propósito, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) fez uma pesquisa sobre a frequência do uso dos nomes no Brasil, a qual você pode checar aqui: http://www.censo2010.ibge.gov.br/nomes/#/search/response/569. Segundo eles, existem 466.140 Márcios, 67.207 Walteres. Fiquei curioso e fui ao Facebook ver quantos caras de nome Márcio Walter existem e achei 4 além de mim. 


A origem dos sobrenomes portugueses
Bom, centenas ou milhares de anos depois dos nomes próprios terem aparecido, começou a ser necessário o uso de uma outra palavra que identificasse o sujeito. Imagine que a lista de nomes disponíveis e aceitos pela convenção social era pequena, daí você pode pensar na confusão que era chamar seu filho ou seu irmão num grupo de 10 garotos de famílias diferentes que brincavam juntos e todos atendiam pelo nome de "Menino", ou se você precisasse ir ao juiz e denunciar seu vizinho cujo nome era "Próximo" como 7 dos 10 vizinhos que você tinha.
Para acabar com essa confusão, os povos antigos, como chineses e latinos, criaram nomenclaturas para diferenciar os nomes a partir do acréscimo dum outro (ou outros) nome(s). Os portugueses - que são o objeto do nosso post -, começaram a identificar pessoas homônimas de formas interessantes. Por exemplo, quando davam aos filhos o mesmo nome dos pais, a criança era chamada de "Novo/a" (o equivalente a Júnior ou Filho/a), e os pais eram chamados de "Velho/a" (a minha avó costumava chamar meu avô de Jaime Velho para diferenciá-lo de meu tio, Jaime Filho, reproduzindo, sem saber, um costume bem antigo). Daí, ao lermos sua certidão de casamento sabemos que Manoel Dias Novo (08.01.1748), meu hexa-avô, herdara o mesmo nome de seu pai, através de uma nomenclatura chamada "patronímico". Abaixo, listo algumas formas de sobre como apareceram os sobrenomes em Portugal, especialmente depois da imposição, pelo Concílio de Trento, dum segundo nome, ou nome de família, para toda criança batizada na igreja católica: 
O nubente (João Baptista Isac) tem como sobrenome o prenome do pai, Isac Pedroso (registro do livro de assento de casamentos da freguesia de São Pedro. SSa, Ba.)

Patronímicos: quando se referia aos filhos através do nome do pai. Por exemplo, João era filho de José, quando o padre escreveu seu assento de casamento ou óbito, ou alguém precisava identificá-lo, dizia: o João José (ou João, filho de José. Ainda hoje nas cidades do interior, principalmente, as pessoas dizem: você falou com o Felipe do João? (filho de João). Esse tipo de sobrenome ainda hoje resiste no Brasil. Por exemplo, tenho uma prima chamada Elizabete Duarte, também, há uma atriz brasileira chamada Mari Alexandre, tanto Duarte quanto Alexandre, que são prenomes portugueses, foram provavelmente ancestrais delas, seus nomes, portanto, são patronímicos.
Outra forma de patronímico português é feita através da sufixação de alguns nomes próprios a exemplo do que acontece em outros países europeus. Em Portugal, alguns nomes passaram a receber a terminação -ES e outros as terminações -IS/-IZ, -INS  para identificar a filiação. Por esta causa, João, que era filho de Pero se tornou João Peres;  Maria, que era filha de Lopo, se tornou Maria Lopes; Luciana, que era filha de Sancho, se tornou Luciana Sanches; Duarte, que era filho de Rodrigo, se tornou Duarte Rodrigues. Bem como Luiz, que era filho de Martim, se tornou Luiz Martins; Gustavo, que era filho de Simão, se tornou Gustavo Simoins, e, mais tarde, Gustavo Simões, e por aí vai.

Matronímico: quando os filhos são identificados pelo nome da mãe. Como por exemplo, Lucas de Paula, Cláudio Jovita.

Teóforos: nomes votivos a Deus, deuses, santos católicos ou anjos. João de Deus, Gabriel Santana (Santa Ana), Terezinha de Jesus, Eduardo Santa Bárbara, Francisco Saturnino (do deus Saturno), Danúbio Trindade (da Santa Trindade), Lucas Arcanjo, Jaciara dos Anjos, etc.

Toponímicos: quando o sobrenome evoca o lugar de origem ou de residência. Pedro Álvares Cabral (Pedro, filho de Álvaro, do lugar das Cabras), Antônio Francisco Lisboa (seu ancestral deve ter vindo dessa cidade), Demétrio Oliveira, Paulo Pinheiro, Lisa Carvalho, César (a)Moreira (porque seus ancestrais vinham de lugares que tinham como ponto de referência essas árvores), Leandro Almeida (alameda), Berardo Rocha, Rodrigo Rios, Frederico Dantas (do lugar das antas = dólmens), etc.

Antropomórficos: quando derivados de características físicas. Luíz Branco, Gustavo Mouro, Célia Forte, Marcos Penteado, Paulo César Grande, Lucas Barbosa (por causa da barba ruiva), Bruna Severo, Antônio Pinto/Carneiro (dócil), Ricardo Leão (bravo, forte, ou oriundo das cidades de Lyon - França- ou León - Espanha), etc.

Laborais: devido à profissão exercida. Pedro o Albardeiro, Carlos o Roldão, José o Tigeleiro, Antônio o Tecelão,  Paulo o Pastor, etc. Posteriormente os nomes perderam o artigo "o".

Entre outros, como por exemplo, em homenagem aos padrinhos, a criança recebia como último nome o prenome ou sobrenome de seu padrinho. Um dos meus trisavós, por exemplo, se chamava Domingos Ferreira da Silva Resende. No entanto, seu pai se chamava José Ferreira da Silva e sua mãe  Anna Rodrigues, o Resende era em homenagem ao padrinho. Se minha ancestral, sua filha, tivesse sido homem, e gerado filhos homens até a geração anterior à minha, eu provavelmente teria o sobrenome do padrinho de Domingos, que entrara para a família como nosso sobrenome. 

Os sobrenomes, no entanto, não tinham para os portugueses o mesmo significado que têm para nós hoje, era, na maioria das vezes, apenas mais um nome diferencial, geralmente escolhido aleatoriamente ou por uma das razões acima citadas, e que não passavam obrigatoriamente de pais para filhos. 
Conforme percebi lendo os inúmeros livros de registros da igreja católica a partir do século 16, as pessoas poderiam ter um ou dois "sobrenomes". Algumas delas traziam apenas o nome do pai, outros o do pai e o da mãe (nessa ordem, como é o costume espanhol adotado por alguns padres portugueses do passado; ou na ordem inversa, primeiro a mãe, depois o pai, como a ordem portuguesa), outros apenas o nome da mãe ou do lugar onde moravam, etc. Devido a isso, duas pessoas que tivessem o sobrenome Oliveira, por exemplo, e que morassem na mesma rua, não necessariamente seriam parentes, apenas morariam próximos a uma mesma oliveira que servia de referência a seus endereços.

O conto dos Brasões de Família
Muitos desses portugueses homônimos vieram para o Brasil, propagando os nomes de suas famílias em todas as regiões do país sem que tivessem entre si nenhuma relação de parentesco. Eles, vindos dos mais diversos lugares em Portugal, encheram o Brasil de Oliveiras, Machados, Pereiras, Souza, dos Santos, Silvas, Rodrigues, etc., sem que houvesse entre eles nenhum parentesco. Essa proliferação de sobrenomes iguais, no entanto, resulta interessante, quando, por exemplo, nos levam a olhar em redor com curiosidade todas as vezes que ouvimos chamarem alguém com nosso mesmo sobrenome. Me recordo que sempre que escutava ressoar o sobrenome Brandão, Machado, entre outros da minha família, logo me interessava em saber se a pessoa que compartilhava o mesmo sobrenome que eu poderia ser minha parente. Seria bom, por exemplo, ter um tio-bisavô chamado Machado de Assis, ou um primo-avô chamado Brandão Filho. Mas com a pesquisa genealógica, descobri, e.g., que Brandão (ou sua forma feminina Brandoa), era um nome próprio como Márcio ou João, e que era muito popular no Portugal seiscentista e setecentista e que, por isso, com o passar dos anos, muitas famílias que não mantinham nenhuma relação de consanguinidade adotaram-no como sobrenome.   
Certidão de batismo de meu penta-avô, Antônio Dias Brandão (notem que Dias é o segundo nome do pai e Brandoa o segundo nome da mãe), o qual deu o sobrenome de origem patro-matronímica à família de minha avó materna
(Livro de batismos da igreja católica, Arganil, Coimbra, Portugal.)
Dessa forma, infelizmente, a talentosíssima sambista Leci Brandão e eu não somos parentes, pois os únicos Brandão que mantém comigo laços de sangue comum são os descendentes do meu bisavô Mário, cuja família veio de Foz de Arouce e de Arganil em Coimbra, Portugal, deixando-o com a incumbência de continuar transmitindo o seu matronímico para as futuras gerações. Pois seus tios e seu único sobrinho morreram sem deixar descendentes, e sua tia casou-se com José Vaz Collaço, e deu aos seus filhos o sobrenome do pai deles.
Então, aqueles brasões de família que costumavam decorar meus cadernos ficaram sem sentido. Uma vez que não existe um ancestral único para as famílias portuguesas de mesmo sobrenome.

Por isso, a pesquisa genealógica, para quem quer conhecer a história do sobrenome de sua família é extremamente importante, se não pelo fato de saber a fundo de onde você veio, pelo menos, pelo conhecimento de sua ancestralidade que não permitirá que você pague rios e fundos pelo brasão de sua família numa dessas lojas de heráldica e pendure na sua parede um símbolo que nada tem a ver com sua história.
De posse do conhecimento da minha ancestralidade, eu mesmo fiz o brasão de minha família. Esse sim, é nosso. Convido você a fazer o mesmo, vale muito a pena, nos dá uma identidade coletiva única, uma sensação de pertencimento a um clã, e também é um passatempo muito interessante.
Abaixo, dois dos brasões da "Família" Brandão encontrados na internet, com os quais as lojas de heráldica ganham dinheiro propagando o mito do ancestral único.  




A questão dos semitas e africanos
Apesar de o Brasil ser um país fundado por Portugal, muitos de nós têm ancestrais que não são de origem portuguesa uma vez que da fundação do Brasil até o início do século 20, a grande maioria da população brasileira era composta por portugueses, cristãos-novos ou marranos (semitas convertidos à fé católica), africanos e indígenas.

Os semitas que foram obrigados a partir de 1492 a se converterem ao catolicismo, adotaram nomes cristãos ou aportuguesaram seus nomes (Baruch se tornou Bento, por exemplo). Como eram povos livres e de pele clara, tornaram-se "portugueses" sem muitos problemas (apesar da desconfiança dos fanáticos religiosos em relação à sinceridade de sua conversão). A muitos desses cristãos novos foram dados nomes católicos que os padres escolhiam aleatoriamente ou que demonstrassem gratidão ao padrinho que os acolheu. Daí, muitos semitas acrescentaram aos seus nomes cristianizados um segundo nome como Dias, Pereira, Brandão, Rocha, Pinto, Rodrigues, etc. (conforme citados no Livro dos Culpados da Santa Inquisição). Devido ao grande número de semitas que vieram para o Brasil, alguns pesquisadores acreditavam e divulgavam que todas os brasileiros cujos nomes se referissem a animais (Carneiro, Pinto, etc.), plantas (Oliveira, Pinheiro, etc.), objetos (Machado, Cunha, etc.) e religião (de Jesus, Das Virgens, etc.), seguramente teriam origem sefardita (judeus e árabes ibéricos convertidos à fé católica). No entanto, como já dito antes, esses eram nomes portugueses e cristãos dos quais os recém-convertidos se apropriavam. Então, mesmo que seu sobrenome seja um dos citados no referido livro da Inquisição, não quer dizer que você tenha origem semita.


Os noivos, escravos forros, adotaram os sobrenomes do seus ex-senhores.
(livro de matrimônios da freguesia da Sé, SSa, Ba.)
O que aconteceu com os sefarditas foi o mesmo que aconteceu com os africanos, com a diferença de que estes últimos podiam ter apenas um nome, que geralmente era escolhido por seus senhores e sempre faziam alusão aos santos ou aos seus padrinhos. Devido a isso, quando se lê as certidões de casamento de africanos escravos no Brasil antes da Lei Áurea, vemos sempre nubentes que possuíam um só nome. No entanto, quando um escravo recebia alforria, alguns deles adotavam o nome do seu senhor e o transferiam para seus filhos, que assim, perpetuaram vários sobrenomes que, originalmente, pertenciam às famílias portuguesas. Após a libertação dos escravos,  a prática de adoção de sobrenomes portugueses se tornou corriqueira. Todavia, os afrodescendentes brasileiros não devem descartar a ancestralidade do seu sobrenome português, uma vez que vários senhores de escravos geraram filhos bastardos com africanas e crioulas (mulheres de origem africana nascidas no Brasil), os quais, posteriormente assumiram os nomes de seus pais, e homens brancos portugueses casaram-se legitimamente com mulheres africanas suscitando descendência conforme se pode verificar nos livros de registros civis e da igreja. 



Por conta disso, se faz necessária uma busca histórica paciente a fim de conseguirmos traçar as origens sefarditas e identificarmos as nações de origem dos afrodescendentes no Brasil (num post futuro falaremos sobre genealogia indígena e africana). 

Por agora, espero ter ajudado com o conhecimento a respeito dos nomes e sobrenomes portugueses.

Para mais informações em relação à origem dos sobrenomes, a respeito dos sobrenomes de origem não portuguesa, entre outras curiosidades, recomendo os seguintes links:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Conven%C3%A7%C3%A3o_romana_de_nomes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nomes_e_sobrenomes_portugueses#Hipocorismo
http://www.momentosdehistoria.com/MH_03_05_01_interest.htm
http://www.familiaboaretto.com.br/index.php/sobrenome/12-a-origem-dos-sobrenomes-o-concilio-de-trento (italianos)
http://www.maiscuriosidade.com.br/25-curiosidades-super-interessantes-sobre-os-sobrenomes/

Próximo post: como ler a grafia dos documentos antigos.

Gostaram? então divulguem 😉

8 comentários:

emerson ribeiro ribeiro disse...

Acompanhando de perto seus posts para colher mais informações sobre o assunto!

Marcio Machado disse...

Obrigado, Emerson. Espero estar contribuindo para o avanço e sucesso de suas buscas!
forte abraço!

Leandro Almeida disse...

Caramba, achei esse post fantástico! Quero muito conhecer minha ancestralidade africana e confirmar se tenho mesmo ascendência sefardita. Obrigado, Márcio, por compartilhar um texto tão rico em detalhes. Vou acompanhar as proximas postagens sobre genealogia! Forte abraço e continue a escrever!

Anônimo disse...

Gostei muito do seu texto. Não sabia que os nossos sobrenomes tinham surgido de forma tão aleatória, obrigada por suas explicações.

Marcio Machado disse...

Fico feliz por ter ajudado. Um grande abraço. Continue acompanhando, coisas muito interessantes vêm por aí ;)

Marcio Machado disse...

Que maravilha, Leandro Almeida! Faremos em breve um post que pode ajudar nas suas buscas.

Um grande abraço

Anônimo disse...

Boa Tarde, Me chamo Alexandre Bezerra Dias. Meu avô era João Dias Novo. Meu pai devia se chamar assim também. Porém foi registrado como João Batista Dias. Sou de Recife-PE. Talvez sejamos parentes hehehe

Marcio Machado disse...

Olá, Alexandre! Seria uma grande alegria encontrar mais um parente através dessas pesquisas! No entanto, o sobrenome Dias era muito comum. Mas as coincidências podem ser sinal de fumaça, quem sabe! Já começou a montar sua árvore? Sugiro o site myheritage.com Se formos parentes, uma hora dessas o site cruza nossas árvores.
Grande abraço.

Tervetuloa Turkuun! Turku, a cidade da margarida gigante.

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