domingo, abril 06, 2014

HOWTH, MALAHIDE & BRAY - TRAVEL IRELAND

(O vídeo está em inglês com legendas em português. The video is in English with Portuguese subs.
Scroll down the page for the text English version)
Recentemente a gente falou sobre coisas para fazer no Centro de Dublin, mas hoje a gente vai falar sobre lugares que são visitas obrigatórias ao redor de Dublin. 
A gente começa falando dessa linda e idílica vila chamada Howth onde eu fiz um dos meus melhores passeios no país. 

Howth - originalmente uma vila de pescadores ao norte de Dublin, ela tem se desenvolvido com o passar dos anos e se tornado um dos seus subúrbios mais agitados. Serviu também de cenário para filmes e séries de TV.
Como chegar lá?
Você precisa apenas pegar o DART (o trem) na estação Connolly ou na estação da Tara Street. A viagem leva aproximadamente 40-45 minutos. Nesse tempo, mantenha os seus olhos bem abertos porque você verá muitas paisagens bonitas. 
O que fazer em Howth?
Antes de tudo, é importante lembrar de que Howth era uma vila de pescadores e, antes disso, desde o século 14, um porto comercial. Portanto, o primeiro lugar para visitar é o porto propriamente dito. Lá você vai se deparar com diferentes tipos de embarcações e com marinheiros e pescadores trabalhando. O lugar é cheio de aves, especialmente gaivotas e patos. 
Outro tipo de animal que você vai encontrar lá são os leões marinhos. Eles nadam até próximo às embarcações e o cais. 
Depois de dar uma olhada ao redor, você pode sentar-se num café, que fica na área do porto, e tomar uma bebida quente para se aquecer - os ventos lá podem ser bem frios dependendo da época do ano em que você chegue. Você também pode pegar sua bebida e ir se sentar no cais para o ver o sol se pôr ou nascer dependendo da hora em que você estiver por lá.
Do pier você tem uma visão privilegiada da Ilha Ireland Eye e do farol de Howth, que é um dos mais pitorescos faróis que eu já vi.
Depois disso você pode ir para a Igreja Saint Mary e cemitério. Lá
você vai encontrar as ruinas desse templo antigo que foi construido cinco séculos atrás e também apreciar a vista maravilhosa que se tem de lá.
Daí, não deixe de visitar a prima donna de Howth, O Castelo, que foi erguido há mais de 700 anos. Histórias sobre o castelo, a família do barão Howth e fantasmas, são inúmeras. Portanto, se você se interessa por história e pela aura mística de sítios antigos, você tem de ir lá. Especialmente porque na área do castelo você encontrará esse dolmen tombado - uma tumba neolítica - que os entusiastas não podem perder.
Topo do  monte em Howth
Finalmente, suba a colina - a subida dura em torno de 20 a 30 minutos porque você vai querer ir parando  várias vezes para apreciar a vista de tirar o fôlego - de onde você tem uma visão panorâmica incrível e pode aproveitar para tirar fotos, abraçar seu amor e fruir do cenário magnífico.

Malahide - É uma vila bastante pitoresca situada no norte de Dublin e um lugar que vale a pena ver. Você pode ir lá de DART ou de ônibus. Você pode pegar o ônibus n. 42 para Portmarnock no Eden Quay ou no lado oposto a estação Connolly.  A viagem de ônibus dura
Malahide
aproximadamente 50 minutos, os quais você pode aproveitar para se apaixonar por Dublin um pouquinho mais.
Uma vez que você esteja lá, saia da estação e vá tanto dar uma volta pela cidade ou para o castelo de Malahide.
Se você optar em ir ao castelo, ele fica à sua direita quando você sai da estação do DART; se você for de ônibus, peça ao motorista para te deixar na entrada principal para o castelo.
Lá você tem um parque bacana onde as pessoas se reunem para correr, fazer piquenique, jogar futebol ou simplesmente bater um bom papo. Dando uma volta, você chega ao castelo e às ruinas da igreja e do cemitério, os quais ficam ao lado de uma praça de alimentação deliciosa e uma loja de souvenirs bem arrumada por onde você também pode se sentar, usar o sanitário e, obviamente, comprar e comer alguma coisa.
É preciso pagar uma taxa para entrar no castelo - cuja parte mais antiga data do século 12 - e no jardim botânico. Mas o parque de frente ao castelo é totalmente gratuito.
Do castelo você pode ir dar uma volta pela cidade cujas casas são coloridas, as pessoas acolhedoras e a zona do comércio agitada. Depois de caminhar, siga por uma das ladeiras que levam ao cais e a uma marina e sinta a brisa
refrescante vinda do mar, caminhe ao longo do cais e você chegará a uma praia de areia fina - venta muito por lá - onde você pode se sentar, passear, conversar com as pessoas ou ir para o outro castelo e continuar com sua visita histórica.
Eu gostei muito de Malahide por várias razões, eu costumava ir lá nos fins de semana pra relaxar e fotografar as pessoas e o lugar. Algumas vezes eu me sentava no cais e batia um bom papo com um morador local ou simplesmente meditava observando o mar e agradecendo a Deus por poder estar ali.

Bray - Considerada a area mais populosa da Irlanda, situa-se ao Sul de Dublin e é um resorte. Para chegar lá a partir do centro de Dublin, você pode pegar o DART na Estação Connolly ou na Estação da Tara Street - o bilhete de ida e volta me custou 5.8 euros. A palavra "Bray" não é inglesa - que significaria "zurrar" ou "zurro" -, mas vem do irlandês "Bré" que significa "Colina". O que quer dizer que você pode subir um monte até o topo e lá encontrará uma imensa cruz e uma vista fantástica do lugar.
De lá, você pode se dirigir para um dos cafés ou restaurantes ao pé do morro, ou simplesmente andar pelo calçadão à beira-mar, sentar-se e ver a vida acontecer ou simplesmente relaxar de frente à uma praia de pedrinhas e se divertir vendo as pessoas entrarem no mar e sairem tremendo por causa do vento (claro, dependendo da época do ano
em que você for lá -  eu fui no outono, estava frio demais).
Você também pode ir ao National Sealife Centre, que é um aquário muito bacana, com uma variedade de peixes e coisas relacionadas ao mar, e onde você pode comprar seus souvenirs.
Algo digno de nota é que Bray é palco de vários festivais durante o ano, especialmente durante o verão, e também foi a locação para filmes como Braveheart e Excalibur


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We have recently talked about things to do in Dublin city center, but today we're talking about three places there are a must-see nearby Dublin. 
We start by talking about this very beautiful, idyllic little village called Howth where I had one of my best trips in the country.
Howth -  was originally a fishing village on the north side of Dublin City, it has been developing over the years and become one of the most busy suburb districts of Dublin. It also served as shooting location for movies and TV series. 
How to get there? 
You just need to take the DART (the train) at Connelly Station or Tara Street Station. The trip will take you roughly 40-45 minutes. In the meantime, keep your eyes open because you are going to see many nice landscapes.
What to do in Howth? 
First and foremost, it's important to remember
that it was a fishing village and before that, from around the 14th century, a trading port, therefore, the first place for you to visit is the Harbor. There you will be able to see many different kinds of boats and barges, and fisherman and sailors working. The place is full of birds, specially seagulls and ducks. 
Another kind of sea animal that you are likely to see there are sea lions. They will come swimming very close to the boats and pier. 
After taking your gander around, you can sit by a sidewalk café, just across from the port, and have a hot drink in order to feel warmed up - the winds there can be really nasty depending on the time of year. Also, you can take your drink and go sit by the pier just to watch the ocean, the sun set or rise - depending on the time you get there. 
From the pier you can have a very nice view of the island of Ireland Eye and Howth Lighthouse, which is one of the quaintest lighthouses I have ever seen. 
After doing that, you can walk up to Saint Mary church and graveyard. There you'll have the ruins of this old temple that was built five centuries ago, and also take in the wonderful view we have from there. 
Then, don't fail to visit the prima donna of Howth, Howth Castle, which has been standing there for over 700 years. Stories about the castle, Lord Howth's family and ghosts are aplenty. So, if you are into history and old sites mystique, you just need to go there. Specially, because at the grounds of the castle, you have this collapsed dolmen - a neolithic portal tomb - that the enthusiasts should never miss seeing.
Finally, go up the hill - the climb is about 20 to 30 minutes because you will stop many times along the way in order to watch the breathtaking surroundings - from where you can have an astonishing panoramic view of the place while you take your pictures, hug your sweetheart and take in the magnificent landscape.

Malahide - Is a very quaint village situated on the north side of Dublin Co. and a place worth seeing.The trip by
bus will take you approximately 50 minutes, which you can use to fall in love with Dublin city a little more.
You can go there by DART or by bus. You can take the bus no 42 to Portmarnock at Eden Quay or across from Connolly Station.
Once you get there, leave the Station and either go for a walk around town or to Malahide Castle. 
If you opt to go to the castle, it's on your right as you leave the DART station; if you go by bus, ask the driver to drop you at the main entrance to the castle. 
There you'll have a very nice park where people get together to go jogging or on a picnic, play soccer (football) or just chat. Going around, you'll get to the castle itself and to the ruins of a church and graveyard, which is just by a delicious food hall and nice gift shop where you can also sit down, use the restroom and, of course, buy and refresh yourself. 
You have to pay a fee to go into the castle - whose oldest part dates back to the 12th century - and the botanic garden. But going to the park, just in front of the castle is totally free. 
From the castle you can go for a walk around the city whose houses are beautiful and colorful, and the people are nice going around the busy commerce zone. After doing your walking, just go down one of the slopes leading to the pier and a marina and let yourself feel the sweet sea breeze, just
walk along the pier and it'll take you to a nice sand beach - it's very windy there - where you can sit down, walk around, talk to people or go to another castle and keep on with your historic trip.
I loved Malahide for many reasons, I used to go there on the weekend just to unwind and photograph the place and people. Sometimes I sat down at the pier and had a nice talk with a local or just meditated watching the sea and thanking God for being out there. 

Bray - Considered to be the most populated area in Ireland, it is situated on the south side of Dublin city and is a seaside resort. To get there from Dublin City Center, you can take the DART at Connolly Station or Tara Street Station - the return ticket cost me at the time 5.80 euros. The name "Bray" is not English - which would mean "the loud and harsh sound (as of a donkey)" -, but it comes from the Irish word "Bré" that stands for Hill. It means that you can go for hike to the summit of Bray's Head where you'll have a huge cross and a wonderful view of the place.
From there, you can go to one of the cafés, or
restaurants on the foot of the hill, or just walk the seaside promenade, sit down and see life happens or just relax in front of the pebble (also called shingle) beach and get amused by people going into the sea and coming out shaking because of the wind (of course, depending on the time of year you go there - I went there in the fall, it was bitter chilly). 
Also, you can go to the National Sealife Centre, which is a very nice aquarium, with a variety of fish and sea related stuff, and where you can buy your gifts. 
Something worth of note is that Bray holds numerous festivals throughout the year, especially in the summer, and was also the location for movies such as Braveheart and Excalibur.

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quinta-feira, março 27, 2014

O que fazer em Dublin - Irlanda / What to do in Dublin - Ireland

 (VIDEO SUBS IN ENGLISH)
 

Vista de Dublin ao entardecer - outono 2014
Embora seja a capital da República da Irlanda e uma cidade totalmente cosmopolita - andando pelas ruas, em três minutos, você consegue ouvir uma variedade incrível de línguas de todos os continentes -, Dublin tem uma população de pouco mais de 500 mil habitantes e é um lugar onde as pessoas ainda são cordiais, atenciosas e onde o antigo e o moderno dividem espaço, harmoniosamente, entre si.
 
Daí, não haver falta do que fazer quando você estiver pela cidade. De restaurantes a cassinos (eles são legais na Irlanda); de parques a cinemas; de museus gratuitos a teatros de importância histórica, a praias; de castelos a igrejas; de ruinas antiquíssimas a galerias de Arte Moderna; de cafés à beira do Liffey a pubs no Temple Bar, a montanhas e colinas de tirar o fôlego. Basta apenas fazer sua escolha: Dublin (e a Irlanda) tem tudo isso e muito mais.
 
Fundada pelos Vikings - que lhe batizaram Duibh Linnia, significando piscina negra, por conta da encontro dos rios Liffey e Podle -, invadida pelos normandos, conquistada pelos ingleses, Baile Átha Cliath, ou a Cidade de Dublin, é um caldeirão cultural cheio de diversão e entretenimento onde moradores e turistas se encontram para compartilhar a vida de forma inesquecível.

Listo, abaixo, lugares obrigatórios para quem visita Átha Cliath, Dublin:
 

Vista da O'Connell Street com Spire ao fundo
City Center /Sity Sentâr/: No centro de Dublin, o visitante encontrará tudo. Uma vez que você estiver na O'Connell Street, que é a rua principal do Centro, os lugares para ir e coisas para fazer abundarão. Como referência, você pode ter o Spire, que é uma grande agulha encravada no centro da O'Connell e que se tornou o ponto de encontro para turistas, jovens e traficantes (fique ligado/a no pessoal de moletom com cara de zumbi). Daí, fica mais fácil se nortear e encontrar seus amigos para iniciar o passeio.
 
Se você se posicionar de frente ao Spire , com a estátua de O'Connell às suas costas, você terá à direita a Talbot street, onde há uma estátua de James Joyce, lojas, restaurantes e mercados; e à esquerda a Henry Street, onde você encontrará lojas de roupas a bom preço - mesmo as de renome internacional, como GAP -, flores, camelôs e shopping centers (Illac, Jervis).
A O'Connell é uma rua larga com um canteiro central pavimentado e com bancos e bancadas para sentar, comer e conversar. Em ambos os lados da rua você encontrará Fast-Foods, restaurantes, lojas de roupas e calçados, farmácias, bancos, casas de câmbio, Informação Turística e um cinema.

Pátio da Trinity College
Trinity College: Partindo da O'Connell St., com as costas na direção do Spire, é só você atravessar a Ponte O'Connell (atração histórica construída em 1880) e seguir sempre em frente pela Westmoreland Street até a College Green St. O que há de tão interessante para visitar numa universidade?

Livro de Kells - Abertura do Evangelho de S. João
Bem, primeiro é a universidade mais antiga da Irlanda, fundada em 1592, e, por isso, importantíssima tanto por razões históricas quanto arquitetônicas. Lá também você encontra o livro de Kells - considerado a peça principal do cristianismo irlandês, é um dos mais suntuosos manuscritos ilustrados da antiguidade, feito por monges no ano 800 depois de Cristo. Escrito em Latim Antigo contém os quatro evangelhos canônicos, ilustrações e iluminuras coloridas.
Além disso, a biblioteca da Trinity College com seu riquíssimo acervo, também serviu de cenário para ambientar algumas cenas do filme Harry Potter.
Ainda no Trinity College, os interessados em arte encontrarão uma galeria cujo acervo é maravilhoso.

Saindo da Trinity, você pode seguir pela Grafton Street, onde encontrará várias lojas de grifes internacionais e locais, assim como restaurantes e fast-foods. No entanto, a atração principal dessa rua são os chamados Buskers. Artistas extremamente talentosos que passam o dia e a noite regalando os transeuntes com sua arte que varia desde shows de música até street dance, passando por esculturas de areia. Vale a pena gastar algum tempo caminhando pela Grafton, não só pelos Buskers, restaurantes e lojas, mas também pelas faixadas dos prédios antigos.

Entrada do Saint Stephen's na saída
da Grafton Street
Saint Stephen's em dia de sol
Parques: Seguindo direto pela Grafton, você sai de frente ao Saint Stephen's Green. Um parque criado em 1663 por ordem real e que hoje existe como um dos locais favoritos para quem está no centro da cidade e quer relaxar, almoçar ao ar livre, estudar, ou apenas tomar um sol quando o tempo abre. O Saint Stephen's tem imenso valor histórico, uma vez que foi tomado pelos rebeldes durante a Revolta da Páscoa como reduto da resistência irlandesa contra os ingleses, em 1916. Outra grande atração deste parque é a enorme variedade de aves aquáticas que se encontram lá. Desde patos e gaivotas até cisnes e galinhas
St Stephen's Green no outono
d'água, dentre outros. Uma observação a esse respeito deve ser feita, no entanto: se você for ao parque para um lanche na relva ou nos bancos, tome cuidado com os pássaros - pombos e gaivotas se acercarão de você e muitos deles tentarão roubar sua comida. Eu mesmo vi uma gaivota roubando o sanduiche de um rapaz que estava distraído sentado no banco ao meu lado. Aproveite, ao sair do St Stephen's, para olhar os prédios ao redor. As faixadas vitorianas, embora não sejam originais, são muito interessantes de observar. Entre os prédios, embora de arquitetura moderna, está o Saint Stephen's Green's Shopping Centre. É uma boa opção também.

Outro parque maravilhoso é o Phoenix. Ele está um pouco distante do centro, mas ainda assim você pode ir andando - e aproveitar para caminhar pelas ruas tranquilas da cidade e observar as várias pontes e faixadas das casas e edifícios ao redor. Se você preferir não ir a pé, volte à O'Connell Street e pegue o ônibus número 66 (ou então vá aqui: http://www.dublinbus.ie/en/Route-Planner/Route-Planner/ ) e planeje sua rota.
O Phoenix é o maior parque urbano da Europa, um lugar para você andar, sentar, fazer piquenique, jogar futebol, correr, pedalar (você pode alugar uma bicicleta) e visitar o zoológico que fica no centro do parque. Se você preferir, pode sentar-se num dos bancos e esperar que os cervos se aproximem. Eles andam livres por lá.

Esses são os dois mais importantes. Mas você pode ir a outros parques também, há inúmeros deles espalhados por toda a cidade.


National Museum - Archeology
National Museum - Archeology
Museus e Galerias de Arte: Todos os museus e galerias em Dublin são gratuitos. Isso significa que você pode ter um dia de descobertas e cultura clássica. Eu visitei a maioria deles e recomendo todos. O Museu de História Natural, por exemplo, tem mais espécies de animais empalhados do que o de Londres. O acervo é riquíssimo. E não só isso, é agradável andar pelas salas, onde o material está disposto com toda a informação a respeito do objeto observado em inglês e gaélico. Para chegar lá é fácil. Estando no Saint Stephens', é só você pegar a direita e ir andando.  Se estiver no Trinity College, é só sair pelo portão de acesso à Kilkenny Street e pegar a rua em frente (as ruas são bem sinalizadas com indicação de lugares importantes a visitar). No museu de Arqueologia, há múmias de milhares de anos antes de Cristo, torcs, sapatos de madeira, canoas, jóias, relicários, e tantos outros artigos de curiosidade para quem gosta de história.


National Museum - História e Artes Decorativas
Mas o melhor de tudo é que todos eles estão no centro a uma distância relativamente pequena um do outro. Quando estiver em Dublin, faça questão de visitar: O National Museum of Ireland: Arqueologia; Artes Decorativas e História; História Natural; Arte Moderna. Vá também ao Wax Museum (museu de cera) - que fica próximo ao Trinity College, ao lado do Bank of Ireland. Vale a pena também conferir o Writers' Museum (subindo a O'Connel com a Parnell), o Veleiro Jeanie Johnston e o Museu da Fome, a Galeria Nacional da Irlanda, Dublinia, e tantos outros (veja mais opções de museus aqui: http://www.tripadvisor.com.br/Attractions-g186605-Activities-c49-Dublin_County_Dublin.html#TtD).
 

Região do Temple Bar
Pubs e Dance Clubs: Visitar Dublin e não ir a um pub irlandês é a mesma coisa de visitar Salvador sem subir o Elevador Lacerda. Por todos os lugares aonde você passar haverá um pub aberto especialmente para você. Seja ao longo dos Quays como The Bachelors Inn e The Workman's Club, ou na região do Temple Bar como o Fitzsimons, O'Neil, The Quays Bar, ou The Temple Bar  (há inúmeras outras opções, mas eu pessoalmente recomendo esses), o ambiente é alegre, descontraído e as pessoas extremamente respeitadoras. Nesses lugares você vai ouvir música ao vivo - irlandesa tradicional e algumas vezes músicas pop ou rock conhecidas - enquanto toma um pint de Guiness ou outra marca de cerveja irlandesa - você também pode tomar água (que é gratuita), refrigerante ou algum cooler, como Smirnoff ice, etc. O pint de Guiness vai variar de 2.5 a 6 euros dependendo do dia e local.
Já os dance clubs estão espalhados pela cidade. Próximo a região do Temple Bar, na George Street, há o The George (para o público LGBT - e geralmente frequentado por homens acima dos 45) e o The Dragon (também para o público LGBT - embora pessoas de todas as orientações sexuais se juntem lá para curtir o som e a
noite). Próximo ao Saint Stephen's Green, seguindo direto pela lateral do parque, você encontra o D2 e, ao lado oposto, o Dicey's. Este último é o reduto de estudantes brasileiros às terças à noite - também conhecidas como Brazilian Night -, nesse dia o pint de Guiness custa 2.5 euros e se ouve música brasileira mixada junto com músicas internacionais. Se você preferir, pode ir ao Dicey's no sábado, há pouquíssimos brasileiros nesse dia, mas um pint custa 6 euros. Um pouco mais afastado do centro, há um dance club chamado The Village, também muito bem frequentado e com música bacana.

SLANTÉ - "SAÚDE"
Há uma observação a ser feita, porém: os seguranças, chamados bouncers, podem não permitir sua entrada se você não estiver vestido/a apropriadamente (geralmente a entrada de pessoas vestindo jeans e camiseta e calçando tênis e sandálias (femininas) não é permitida) ou se eles acharem que você está bêbado/a. Não adianta insistir, os caras não permitirão sua entrada e pronto. Outra coisa a se chamar a atenção é que os menores de 19 anos geralmente não podem entrar em dance clubs. Às vezes eles permitem, às vezes não. Mas eles sempre irão pedir um documento de identificação - que pode ser seu passaporte, sua carteira de motorista, ou RG brasileiro. Sem problema.

Mas o melhor de tudo isso na noite de Dublin é fazer amigos!

Se vocês tiverem alguma dica legal, me avisem ;)

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quarta-feira, março 12, 2014

Conheça São Bento do Sapucaí na Serra da Mantiqueira Paulista

 
São Bento do Sapucaí é uma pequena cidade localizada no coração da Serra da Mantiqueira, uma região montanhosa com muitos atrativos naturais como cachoeiras e mirantes, além de um cultura bem peculiar com destaque para a gastronomia da roça com influência da cozinha mineira de fogão. 

O principal ponto turístico em São Bento do Sapucaí é justamente um complexo de formações rochosas chamado Pedra do Baú, situado bem na divisa com Campos do Jordão. Além da Pedra do Baú, no local ainda estão situados outros mirantes chamados de Ana Chata e Bauzinho. Do topo deste mirante é possível ter uma vista panorâmica belíssima da região, incluindo outras cidades e até regiões distantes como o Vale do Paraíba.

O setor gastronômico de São Bento do Sapucaí conta com restaurantes de alta qualidade como é o caso do Taipa, que serve comida mineira da roça em fogão a lenha. O Taipa além de oferecer comida saborosa, ainda conta com ótimo atendimento. Outra ótima opção de restaurante é o Sabor Mineiro, situado no centro de São Bento, que abre pro almoço em sistema de self service e à noite atende como pizzaria. Outra boa opção é o restaurante Sabor e Arte que é especializado em pratos à base de truta e fica localizado bem abaixo da Pedra do Baú

O artesanato em São Bento do Sapucaí é outro importante ponto que vale a pena conferir. O bairro do Quilombo é um foco de grandes artistas que trabalham com matéria prima natural da região para desenvolver suas peças de extrema beleza e originalidade. Destaque para o artesão Ditinho Joana que esculpe suas obras em madeira representando diversas atividades de trabalho dos moradores da região.

As pousadas em São Bento do Sapucaí contam com ótima estrutura de acomodações e são quase sempre chalés independentes com varanda e vista panorâmica, e equipados com lareira, hidro e confortáveis camas box. Elas estão espalhadas pelos principais bairros de São Bento como o Quilombo, Paiol Grande, Centro e Serrano.

Para chegar até São Bento do Sapucaí vindo do Rio de Janeiro ou São Paulo, basta seguir pela rodovia Dutra até a altura da cidade de Taubaté, depois subir a serra pela rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123) em sentido a Campos do Jordão. Depois tomar a entrada para Santo Antonio do Pinhal, atravessar a cidade e seguir sentido sul de Minas Gerais pela SP 50 até chegar em São bento do Sapucaí.

Informação sobre outros destinos no sudeste do Brasil acesse Roteiro de Turismo, site original desta matéria.
 
 

sábado, março 01, 2014

'TIS TIME TO LEAVE


(Versão em Português abaixo)

'Tis time to leave, my love,
While the drizzle still kisses the grass
And ravens caw, hoarsely, above
And seagulls fly over the Liffey
And lovers, ah the lovers!, exchange
Promises of eternity at the quays.

Many a day did I roam the streets, lonesome and wishful,
With the heart enrapt by the faces of strangers and their voices,
By the façades of ancient buildings, and the charriots with the horses
At Saint Stephen's and Merrion Square,
Unware of the brevity of time.

How painful it is to remember the brightness of summer
Or the rusty leaves in November blanketing the ground,
And know that in a few hours "farewell" will be the words last and final.
However, let's not forget the cold wind blow, the people going high and low
In their fast steps, or the chiming bells of old churches at sunset.
Let's not forget the tin whistles cries, or the bagpipes sound, or the music of the violin
Echoing around the pubs at Temple Bar, or the buskers and the parks and the mounts and the gardens.

'Tis time to leave, my darling,
While the gentle drizzle kisses the grass and the tears caress
Our faces, and our souls are young and full of faith
In the better days to come.
Let's us leave now with the spirit heavy with longing,
And yearning and bonding and everything we are going to miss,
Every dear kiss and hug and the memories that we've made.

'Tis now time to leave and pray that we meet at the quays again.


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É hora de partir, meu amor,
Enquanto a garoa ainda beija a relva
E os corvos grasnam, roucos, sobre as árvores
E as gaivotas voam sobre o Liffey
E os enamorados, ah! os enamorados,
Trocam juras de amor eterno sobre o cais.

Tantos foram os dias em que vaguei pelas ruas, só e melancólico,
Com o coração arrebatado pelos rostos de estranhos e suas vozes,
Pelas faixadas dos prédios antigos e pelas carruagens
Do Saint Stephens e de Marion Square,
Sem perceber quão rápido é o tempo.

Como dói lembrar dos céus de verão
E das folhas enferrujadas caindo ao chão em novembro
E saber que em poucas horas "adeus" será a última palavra dita.
Não esqueçamos, porém, do vento frio soprando contra as faces,
Das pessoas correndo daqui para ali em passos apressados,
E das igrejas antigas badalando seus sinos ao cair da noite.
Não esqueçamos do choro dos apitos de latão, as gaitas de foles a música dos violinos
Ecoando pelos pubs em Temple Bar; ou dos artistas de rua, dos parques dos montes e dos jardins.

É hora de partir, meu bem,
Enquanto a garoa suave beija a relva e as lágrimas nos afagam os rostos,
E nossas almas estão jovens e cheias de fé nos dias melhores que estão por vir.
Partamos agora com o espírito pesaroso, e cheio de desejo e apego pelas coisas
Das quais teremos saudades - todos os beijos ternos, e abraços, e lembranças que tivemos.

É hora de partir, agora, e desejar que nos encontremos pelo píer novamente.

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domingo, novembro 24, 2013

Era mesmo do teu sorriso que eu precisava

Céu cinzento de tarde escura
Vento frio gelando a alma
De outono quase inverno a penumbra
E o deserto de caminhar por entre estranhos.

Nada é meu, nada me toma ou me arrebata
Nenhuma folha caída dança sobre a água
Nenhuma pétala esquecida, calada,
De uma árvore desnuda pelo vento.

A brisa gélida quase mata de tristeza, de saudade
E de mais todas essas metáforas que se escrevem em poemas.
Dias taciturnos, noites pálidas de estrelas cansadas
Cintilando tímidas na imensidade.

Eu ando só e paro quieto entre a multidão distante
Meus passos quais astros errantes buscando pelo que eu não sabia.
Eu paro quieto observando o vem e vai dos que andam por perto
Que partem sem saber ou sem ouvir ou sem ver o que de repente eu via.

Em meio aos estranhos de rostos duros, tácitos,
O teu sorriso plácido incendeia, ilumina, me conforta.
A pele clara, os dentes alvos, os lábios finos, tímidos,
Sorrindo para mim enquanto caminhavas, devagar, passando por mim, olhando para mim.
Era mesmo do teu sorriso que eu precisava.

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quinta-feira, novembro 07, 2013

Dublin, Irlanda, Intercâmbio - Texto 3 - alimentação

O filósofo Irlandês George Bernard Shaw uma vez disse que "não existe amor maior que o amor à comida". Se isso for verdade, então eu encontrei a resposta para os vários e-mails e mensagens no Facebook pedindo que eu abordasse o tema "comida e restaurantes" em Dublin. Então, hoje a gente vai falar sobre esse assunto tão importante e sem o qual (já disse Mr. Shaw) fica difícil ser feliz. 

Café da manhã tradicional - salsicha, calabresa, feijão,
ovo frito, bacon, presunto, champignon Irish muffin
(restaurante O'connel's - ambiente ótimo!)

Posso dizer que o centro de Dublin (e não só ele) é o lugar perfeito para os comilões e para os nem tão comilões assim. Aqui podemos encontrar restaurantes, lanchonetes e delicatassens para todos os gostos e para todos os gastos. É possível encontrar um bom café da manhã irlandês tradicional (e supercalórico) por 9 euros, o ubíquo Maccafé por 5 euros ou um simples café com leite + croissant por 2 euros.  Há também a opção de frutas (3 por 2 euros) e sucos ou chá para começar o dia e, quem sabe, encontrar alguém para uma boa conversa enquanto nos esquentamos do vento frio das manhãs locais. Dublin, aliás, não é uma cidade apenas para comer, mas também para encontrar gente do mundo inteiro, boa parte dela com um desejo enorme por conexão humana, de estabelecer contatos e amizades - basta puxar conversa.

Para quem não tem tempo de sentar e apreciar o café num restaurante, há também a opção de ir a um mercado (Tesco, Spar, Dunnes, Superquinn etc.) e comprar o que deseje já prontinho e comer no trabalho ou na escola, ou fazer seu próprio lanche em casa, o que, aliás, pode ser muito mais em conta. Por exemplo, esses dias eu comprei uma vara de pão francês (um metro de pão) por 1 euro + caixinha com 10 fatias de salame por 1 euro + mortadela de presunto
Tudo isso custou 16.71 euros
com 20 fatias por 2 euros. Resultado, o pão serviu de merenda por 5 dias. Para acompanhar o sanduiche eu fiz chocolate (3.99 a lata de 500 gr. no Dunnes) com leite em pó Ninho (8 euros a lata de 900 gr. no mercado asiático). No fim das contas, sai bem melhor você comprar os ingredientes e preparar sua própria merenda. Se você for do tipo que tem vergonha de comer na rua, que prefere gastar mais $ em vez de economizar fazendo seu próprio lanche em casa com as coisas que você já comprou para a semana/mês, não se preocupe, em breve você descobrirá que todo mundo aqui NÃO tem vergonha de comer em qualquer lugar (inclusive sentado na calçada ou aos pés dos monumentos e estátuas), e entenderá a importância de economizar dinheiro uma vez que hoje, neste exato momento em que eu lhe escrevo,  1 euro está custando 3.076 reais (segundo pesquisa que acabei de fazer no Google). 
 
Feijoada no Taste of Brazil

Mas nem só de pão o homem viverá. Viveremos também de feijão, arroz, carne, fritas e todo tipo de comida que já inventaram e, graças a Deus, trouxeram para Dublin com as levas de imigrantes de todas as partes do mundo que aqui resolveram aportar. Assim, você encontra na cidade restaurantes asiáticos, europeus, estadunidenses e, obrigado-meu-Pai-por-isso, brasileiros. O almoço tradicional irlandês é sopa com pão - é, isso mesmo, a sopinha que sua mãe faz toda a noite e você com sua cara de bolacha não quer comer -, a diferença é que a sopa é mais grossa que a brasileira regular, se aproximando mais do "caldo", na verdade. É boa, mas "não nos representa!", depois de uma hora sua barriga está roncando de novo.
 
Eu visitei quatro restaurantes brasileiros (o endereço está no final do post) e recomendo todos os quatro. A maioria dos funcionários é brazuca, extremamente atenciosa e a comida lembra o sabor reconfortante da comida de nossa casa  - por mais que estejamos aqui em intercâmbio, não tem brasileiro que se acostume a tomar sopinha com pão no almoço. Os restaurantes, apesar de todos terem comida boa, tem ambientes diversos.


Dessa forma, poderíamos dizer que o Samba, por exemplo, é um restaurante mais simples, com cara de um botequinho confortável e limpo num bairro popular. As pessoas estão mais descontraídas, não há música ambiente, a comida é servida ao modo self-service, (salada (3 ou 4 tipos) e acompanhamentos (feijão, arroz, farofa), exceto a carne que você escolhe e eles preparam na hora e trazem à mesa. Esse acompanhamento pode ser bife, frango, sempre fritos, strogonoff, etc. ) para estudante o prato custa 5 euros. Você serve o quanto quiser, mas não pode repetir.
 
O THE MEZZ funciona junto com um Pub irlandês e é um ambiente mais descolado. Embora não haja bêbados ou coisa parecida, e seja um lugar bem organizado e cujos funcionários são bastante atenciosos, porque funciona com um Pub talvez não seja um ambiente para crianças. A comida também é no estilo self-service para o básico (salada (há apenas dois ou três tipos), arroz, feijão, farofa) - você serve apenas uma vez o quanto você queira comer - e o funcionário serve o acompanhamento especial (strogonoff, lasanha, arrumadinho, carne, peixe, etc. dependendo do dia). Há música brasileira ambiente e o valor do prato para estudantes é 5 euros e as bebidas são servidas no bar do Pub.
 
O Boteco Brasil, apesar do nome, é muito refinado.  São quatro ambientes confortabilíssimos e de muito bom padrão. Os funcionários são muito atenciosos e a comida é muito boa. Funciona no mesmo esquema dos outros restaurantes: o buffet é aberto para a boa variedade de saladas (a maior entre todos), feijão, arroz, farofa e os acompanhamentos especiais são servidos por um funcionário. O valor para estudantes é 5 euros. Há música brasileira ambiente e eles também oferecem sobremesa - pudim, torta, creme, etc.
 
 
O Taste of Brazil tem um ambiente confortável e a comida é à la carte, por isso é o mais caro entre os quatro. Mas o ambiente é ótimo, o local confortável, e, não fugindo do padrão brasileiro em Dublin, os funcionários são atenciosíssimos. Eles, além de refrigerantes, café e cerveja, têm um menu de drinks. Não há desconto para estudantes, mas vale a pena gastar um pouco mais se você puder.
 
Todos as restaurantes citados funcionam a partir das 12:00 (o The Mezz às 12:30) para almoço e às 18:00 para janta. Aos domingos eles oferecem rodízio de carne (não tenho certeza quanto ao Taste of Brazil) e feijoada (o The Mezz tem feijoada aos sábados - é 8 euros mas você se serve quantas vezes quiser). Para ter o desconto de estudante é necessário apresentar a carteira provisória do seu curso ou a carteira de estudante feita pela Trinity College.


cozido de cordeiro no O'connell
Bem, isto dito, fica a janta. O prato típico da Irlanda é o cozido com carne de cordeiro que parece uma sopa brasileira, e é uma delícia, mas, se você não gosta de cozido, pode comer nos restaurantes brasileiros, fazer um lanche num fast-food ou cozinhar qualquer outra coisa. Pode aproveitar, inclusive, e dar uma passadinha no mercado e comprar comida congelada. Eu particularmente não janto à noite, apenas tomo uma sopa ou como umas frutas, mingau, ou o que der vontade. Geralmente não vou ao restaurante para isso, passo no supermercado.
Vi alguns vídeos na Internet em que as pessoas aconselham ir ao Tesco comprar comida, pois, segundo eles, é o lugar mais barato. Não é verdade. Os valores são muito variáveis, então é bom que você procure antes de sair comprando. Para frutas e verduras, eu prefiro ir à feira que fica entre a Parnel e a Henry Street. Lá você encontra bananas, por exemplo, sendo vendidas entre 8  e 15 por 1 euro (no mercado, a não ser que estejam quase podres, você encontra 5 por 2.5 euros ou mais). Então depende mesmo de você procurar. Eu sempre compro no Lidl, Dunnes ou Tesco e acho grandes variações entre os três. Às vezes é melhor comprar um produto em um, outro produto em outro pra economizar euro. Uma outra coisa barata aqui é água. Você encontra 2 litros variando entre 0.49 e 2 euros. Still Water significa que não tem gás. Você pode economizar em água bebendo da torneira da cozinha, a água é tratada, mas tem muito cloro e flúor, então o gosto é ruim, mas se você se acostumar, fica boa. Eu não consegui. Então comecei a comprar Dunnes Still cuja garrafa de 2 litros custa 0.69.
 
Vou deixando vocês agora, mas continuem mandando perguntas para o meu e-mail ou para a caixa de mensagens do Facebook.
 
Seguem os links dos restaurantes brasileiros: https://www.facebook.com/BotecoBrazildublin?fref=ts 
 
 
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Devo confessar que nesta altura do campeonato não vi sequer um jogo da Copa do Mundo na Rússia. Eu sei, o Brasil está em polvorosa, ca...